O projeto Justiça Racial, desenvolvido pelo Instituto Pró-Cidadania (IPC) em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, segue avançando em suas ações para promover inclusão e acesso a direitos para a população taquarense, em especial a população negra e periférica de Taquara. Atualmente, diversas iniciativas estão em andamento, beneficiando moradores de diferentes regiões da cidade.
Uma das frentes do projeto é a qualificação profissional. As primeiras turmas do curso gratuito de corte e costura já estão em execução, atendendo 15 alunas dos bairros Jardim do Prado, onde está localizada a sede do IPC, Santa Rosa, entre outros. A iniciativa busca oferecer oportunidades de aprendizado e geração de renda principalmente para mulheres.
Além da capacitação, o projeto oferece atendimento jurídico gratuito presencial todas as quartas-feiras, das 9h às 18h, por ordem de chegada, no Centro de Referência ao Atendimento Familiar (CRAF), localizado na Rua Ernesto Alves, 2785 e no 1º e 3º sábado de cada mês na ONG Vida Breve, no bairro Santa Maria. O suporte busca garantir que os cidadãos tenham acesso à orientação legal de forma ágil e eficiente.
Outra ação essencial do Justiça Racial é o atendimento psicológico voltado preferencialmente para jovens de 11 a 29 anos residentes em Taquara. O serviço acontece de segunda a sexta-feira, das 15h às 18h, e às quartas-feiras, das 8h às 18h, no Centro de Apoio e Aperfeiçoamento para a Mulher (CAAM), na Rua Mato Grosso, 1817, bairro Santa Terezinha.
A valorização da cultura e da identidade também é um dos pilares do projeto. O Parque do Trabalhador recebe oficinas de capoeira nas quartas-feiras das 19h30 às 21h e aos sábados das 10h às 12h em sua Sala Multiuso, incentivando a prática esportiva e a conexão com a ancestralidade afro-brasileira. Já a oficina de percussão será realizada no Colégio Municipal Theophilo Sauer todos os sábados, a partir de 22 de março, das 9h às 11h, sob a orientação do instrutor Zé Lopes. A iniciativa integrará as bandas marciais do município, fortalecendo a musicalidade e a participação comunitária.
"O objetivo do nosso trabalho é melhorar a vida das pessoas, orientando e buscando simplificar o acesso a direitos e garantias fundamentais através do conhecimento necessário de forma mais ágil e eficiente. Nosso foco é dar autonomia, otimizar e agilizar o acesso a direitos essenciais, sempre visando construir uma sociedade mais justa, humana e solidária", ressalta Dr. Mateus Pereira.
Todas as atividades do projeto Justiça Racial são gratuitas. Para mais informações sobre o projeto, ações e inscrições, os interessados podem entrar em contato pelos telefones (51) 99346-9700 e (51) 98910-5138 ou pelo e-mail contato@pro-cidadania.org. O IPC também disponibiliza atualizações sobre suas ações por meio do e-mail e em suas redes sociais no Instagram, Facebook e LinkedIn.
O projeto Justiça Racial é realizado por meio do Termo de Fomento nº 951416/2023, firmado entre o Instituto Pró-Cidadania e o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos. O objetivo é promover a inclusão e o acesso a direitos para a população negra e periférica, atendendo ao Programa Estratégia Nacional de Acesso a Direitos na Política sobre Drogas.
Sobre o Instituto Pró-Cidadania
O Instituto Pró-Cidadania, fundado em 2003 como Escola de Samba Mocidade Independente do Jardim do Prado, em Taquara, Rio Grande do Sul, se transformou em instituto em 2019. Com mais de 20 anos de atuação, o IPC promove inclusão social por meio da cultura, educação, esporte, turismo e lazer. Certificado como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura (MinC) e reconhecido como Cultura Viva pelo Governo do Rio Grande do Sul, o IPC integra a Rede Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura do MinC, através da Secretaria de Formação Cultural, Livro e Leitura (Sefli).